Constantemente citada pelos médicos como uma das principais vitaminas do corpo, a vitamina D, possui várias propriedades fundamentais para saúde dos dentes, ossos e características que ajudam na manutenção dos níveis desejáveis de fósforo e cálcio na corrente sanguínea. Auxilia, também, na mineralização dos ossos e reforça a imunidade corporal.

A vitamina D pode ser encontrada em uma lista restrita de alimentos como salmão, arenque, sardinha e atum, além de alimentos enriquecidos artificialmente, por exemplo, algumas marcas de leite em pó.

Além dos alimentos, o sol é o principal fornecedor de vitamina D. A exposição recomendada para a reposição é de 15 minutos ao dia no período da manhã até às 10h ou após as 15h, sempre sem protetor solar, em qualquer parte do corpo, principalmente membros superiores e inferiores.

Moradores de países que possuem luz solar baixa em alguns períodos do ano, em geral, precisam do uso de suplementos de vitamina D3, que pode ajudar a evitar a carência da vitamina. Mas, mesmo no Brasil, em que o sol aparece quase o ano todo, a população pode ter baixa deste nutriente, já que as pessoas têm ficado muito mais tempo em ambientes fechados.

A dose recomendada pode variar de acordo com cada paciente. Em adultos, a dose de manutenção é de em média 1.000 a 2.000 UI por dia, a depender da quantidade de exposição solar, coloração da pele e grau da deficiência de vitamina D.

Há casos específicos, como os de indivíduos obesos, portadores de má-absorção ou em uso de anticonvulsivantes, que podem necessitar de doses maiores.

A falta de vitamina D pode causar diversos problemas. Nas crianças, por exemplo, a deficiência pode levar ao retardo do crescimento e ao raquitismo. Em adultos, leva ao amolecimento dos ossos devido à mineralização anormal e carência de vitamina D (osteomalácia), ao aumento da reabsorção óssea, que favorece a perda de massa óssea e o desenvolvimento de osteopenia, que é quando o corpo não produz um novo osso tão rapidamente quanto reabsorve o osso antigo, e osteoporose.

Pode ocorrer também fraqueza muscular, contribuindo para elevar o risco de quedas e de fraturas ósseas principalmente em pacientes com baixa massa óssea.

Várias pesquisas vêm mostrando a associação da deficiência de vitamina D com diversos aspectos ligados à saúde como, taxa de mortalidade, complicações cardiovasculares, diabetes, câncer, doenças autoimunes, função cognitiva, entre outros. Contudo, até o presente momento, ainda não ha dados suficientes para comprovar as afirmações.