O câncer de mama é um problema que atinge muitas mulheres em todo o mundo, mas se for diagnosticado precocemente, tem 95% de chances de cura. A doença, relativamente rara antes dos 35 anos, começa a ter maior incidência após os 50 anos. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não.
Dentre todos os fatores considerados importantes para a prevenção, a alimentação talvez seja o que precise de mais atenção, pois a obesidade é um marcador de prognóstico ruim para o câncer de mama.
Alguns dados já solidificados apontam para uma associação de obesidade com câncer de mama, especificamente em tumores que tem velocidades de crescimento mais brandos. Os tumores mais agressivos aparecem menos relacionado com a obesidade, já os tumores dependentes dos hormônios estrógeno e progesterona têm alta relação.
Esse risco maior se dá porque a excesso de peso normalmente aparece com duas ou mais doenças associadas, fazendo com que esse paciente carregue consigo outros problemas de saúde que podem vir a agravar a sua condição geral, como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares.
As pessoas devem preconizar um estilo de vida saudável, com boa alimentação, atividade física regular e interrupção do tabagismo, quando ele é presente. A prevenção deve ser feita o ano todo e não somente durante as campanhas.
gnóstico do câncer de mama é feito por meio de biópsia das lesões palpáveis, visíveis ou que foram identificadas em exames de imagem da mama (mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética).
O tratamento sempre é individualizado, pois depende de características importantes como estadiamento, que é o processo para determinar a extensão do câncer e onde está localizado, além das características clínicas do paciente. Pode ser incluído: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia alvo ou hormonioterapia, tudo dependerá do diagnóstico.