O sopro no coração não é uma doença, mas sim um sinal de que algo está errado. Esta manifestação pode indicar a presença de uma doença cardíaca que pode ser congênita, quando nasce com a pessoa, ou adquirida ao longo da vida pela idade avançada ou por alguma sequela no coração.
Alguns dos fatores que podem levar ao desenvolvimento de uma cardiopatia congênita são: diabetes gestacional, uso de drogas, tabaco, medicações e exposição a raios-X durante a gravidez, além da herança familiar.
As patologias congênitas que acometem o coração de bebês e crianças podem ser diagnosticadas durante o pré-natal, por meio dos exames de ultrassom e ecocardiograma fetal. Em alguns casos o tratamento é intrauterino e em outros logo após o nascimento, por meio de cirurgia. Diagnosticar a doença durante a gestação facilita o tratamento. Pois assim que o bebê nasce já podemos realizar a cirurgia e minimizar riscos e futuros problemas. Quanto mais demorado for o inicio do tratamento, mais difícil será.
Por isso a importância do ecocardiograma no pré-natal. Prestar atenção à saúde das crianças é outro fator relevante.
Os sintomas mais comuns das doenças do coração (congênitas ou não) são: cansaço ao realizar esforço ou atividade física, sudorese, baixo ganho de peso, infecção pulmonar, episódios de cianoses (problemas de circulação) resultando em lábios e extremidades arroxeadas e chiado no peito. Bebês que interrompem a mamada para puxar fôlego podem estar dando sinal de algum problema cardíaco.
O tratamento tem a finalidade de equalizar esses sintomas, pois em muitos casos não é possível eliminá-los dependendo da gravidade da doença.