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Existem mais de 100 tipos de cânceres que correspondem aos vários tipos de células, em diferentes partes do corpo. Hoje vamos tratar a respeito do Linfoma, que se divide em dois tipos: Linfoma de Hodgkin e Linfoma Não Hodgkin. Eles se diferenciam pelos tipos de células encontradas e pelo comportamento biológico, além de terem respostas diferentes à terapia.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2016 houve o surgimento de 12.710 novos casos de pessoas acometidas por Linfomas. Além disso, foram registradas 4.690 mortes, somados os dois tipos da doença. As causas de câncer são variadas. Podem ter relação com fatores externos e alheios ao corpo ou internas ao organismo, podendo ambas estar interrelacionadas.

Sintomas

As manifestações mais comuns dos linfomas são o aumento de gânglios, popularmente conhecidos como ínguas ou caroços, muitas vezes no pescoço, axilas e virilha. Mas existe outras como emagrecimento, febre noturna, anemia e alterações na contagem de plaquetas.

Tratamento

Por isso é importante procurar um médico para avaliação e, consequentemente, receber diagnóstico e o tratamento adequado o mais rápido possível. Quanto mais cedo se busca ajuda, maiores as chances de ver livre da doença.

Uma vez estabelecido o diagnóstico, definida a extensão da doença, além do tipo de linfoma - já que a literatura médica descreve mais de 40 tipos, o tratamento “precisa começar logo e pode ser diferente dependendo do tipo de linfoma. Na maioria dos casos o paciente é tratado com quimioterapia e em alguns casos é preciso, também, realizar a radioterapia. É importante ressaltar que os linfomas não são tratados com cirurgia, como acontece em alguns tipos de câncer.

Em relação a esse tipo de câncer, os pacientes recebem total acompanhamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com os medicamentos que são indicados na maioria dos tratamentos, além de todos os equipamentos que estão em operação por todo o País.