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A voz humana consiste no som produzido pelas cordas vocais para falar, cantar, gargalhar, chorar, gritar, ou seja, para se comunicar. Na década de 1930, devido à preocupação da Medicina e da Educação com o grande número de indivíduos que apresentavam problemas na fala, dicção e audição foi idealizada a profissão de Fonoaudiólogo.

No último dia 9 de dezembro foi celebrado o Dia do Fonoaudiólogo. O profissional de saúde que cuida da voz, de pessoas que apresentam problemas na fala, até mestres de cerimônia, locutores, dubladores, atores e cantores, que dependem da voz para exercer a sua profissão.

No Sistema Único de Saúde (SUS), esse profissional atua em várias áreas, como na Atenção Primária à Saúde, nos serviços de Atenção à Educação, na Atenção Domiciliar, no Ambulatório de Reabilitação, assim como na Área Educacional. E na Atenção Hospitalar, trabalha com dificuldades no aleitamento materno, teste da orelhinha, triagem auditiva neonatal, alterações da fala e ingestão dos alimentos em pacientes internados.

A importância da família no desenvolvimento do indivíduo nos aspectos emocionais, cognitivos e de linguagem é essencial para o tratamento do paciente. É essencial enfatizar a necessidade da parceria entre a família da criança com distúrbios da comunicação e o profissional de saúde, que, atento à dinâmica familiar na qual a criança está inserida, desenvolverá um trabalho clínico mais eficiente e produtivo.

A preocupação e o cuidado em se comunicar bem crescem, cada vez mais, na sociedade e podem trazer não só problemas físicos, mas também emocionais. Muitas pessoas que apresentam problemas de fala acabam desenvolvendo outros sintomas como depressão, ansiedade, estresse. Por isso, é importante haver nos hospitais e unidades de saúde mais fonoaudiólogos que integrem as equipes multidisciplinares para que desenvolvam, junto a outros profissionais (psicólogo, neuropediatra terapeuta, etc.), um atendimento completo, seguro e eficaz.