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Toda gestante precisa tomar uma séria de cuidados para ter uma gravidez tranqüila e para que a mamãe e o bebê passem bem os noves mês. Porém, este cuidado deve ser redobrado quando a mãe e portadora do vírus HIV.
O teste anti- HIV precisa ser realizado nos primeiros dias do pré-natal e se a doença for detectada através do exame, a mãe precisa iniciar imediatamente um tratamento para evitar que o bebê contrais a doença.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, já é possível diminuir em 50% as chances de recém-nascidos contraírem o vírus da mãe se o tratamento for realizado.

Durante toda a gestação, o obstetra deve ficar atento as possíveis alterações de humor e reações depressivas, muito freqüentes nesses casos. È importante ressaltar que o apoio da família contra situações de preconceito, pode influenciar o bom resultado do tratamento.

Porém, os cuidados precisam ser tomados e devem começar o quanto antes, sendo o melhor tanto para a mãe quanto para o feto. A mãe deve ter acompanhamento de um obstetra e de um infectologista, porque o uso de medicamentos é de grande importância para evitar a transmissão vertical, que acontece no momento do parto.
De maneira geral, os principais fatores associados aos riscos de transmissão na gestação são virais, imunológicos e obstétricos, que ocorrem durante o trabalho de parto. Esses fatores devem ser fortemente analisados, principalmente com exames.

Mesmo com todos os riscos, a gestante portadora de HIV não deve se preocupar com as possibilidades de aborto, que não são favoráveis ao quadro, a não ser em casos em que a paciente estiver com o sistema imunológico muito debilitado.

Com o tratamento, não existe motivos para grandes preocupações. O índice de transmissão de uma mãe que faz o controle e acompanhamento adequado não chega a 5%. Com isso, tanto a mãe quanto o bebê estão livres para curtir esse momento tão especial.