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Pesquisas realizadas por médicos e cientistas mostram que entre 3 e 6% da população mundial sofre com o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade, popularmente conhecido por TDAH, que é um distúrbio de ordem neurobiológica, que tem como principais características a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade. Os primeiros sinais do TDAH costumam aparecer na infância.

Não se sabe ao certo as causas do transtorno, entretanto fatores genéticos e ambientais são levantados na literatura científica. É importante ressaltar que o médico é o único profissional para diagnosticar o TDAH. Em não raros casos, é comum os pais ou professores acharem que uma criança desatenta ou mais agitada sofra com o problema, mas pode não ser o caso. Os sintomas devem estar presentes na escola, em casa e até mesmo nas relações dos indivíduos. Se ocorrerem em apenas um desses ambientes, se deve pensar em respostas afetivo-comportamentais e não em TDAH”.

Caso os pais ou responsáveis percebam que a desatenção ou a agitação extrema da criança estão a prejudicando funcionalmente, é hora de procurar um médico.

Tratamento
O tratamento é multidisciplinar. Os fármacos podem ser utilizados, mas não o tempo todo. Eles podem facilitar a psicoeducação e a mudança de hábitos, que vão construir a possibilidade de planejamento e rotina para a criança.

O tratamento psicológico também é fundamental, considerando que geralmente quem tem TDAH tem baixa autoestima. Ocupações como relaxamento, meditação e ecoterapia também podem ajudar em alguns casos.
Existem várias atividades que podem beneficiar a possibilidade da criança ter foco e que permitem a canalização da energia para que ela possa tolerar melhor as situações rotineiras. O esforço das pessoas próximas à criança para estimulá-las também é importante para que não haja prejuízos em sua vida social.

Com informações: Ministério da Saúde