Compartilhar

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e representa um grande problema de saúde pública no Brasil. Com sintomas que variam de leves a graves, a infecção pode levar a complicações sérias se não for tratada corretamente. Nos últimos anos, o aumento dos casos reforça a necessidade de conscientização sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Os sintomas da dengue podem incluir febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, fadiga, dores musculares e nas articulações. Em casos mais graves, podem surgir sangramentos, queda de pressão e sinais de choque, caracterizando a dengue grave ou hemorrágica. Diante desses sintomas, é fundamental procurar atendimento médico para avaliação e acompanhamento adequado.

A prevenção é a forma mais eficaz de combater a dengue. Medidas como eliminar criadouros do mosquito, evitar o acúmulo de água parada em recipientes, utilizar telas de proteção, repelentes e roupas que cubram a pele ajudam a reduzir o risco de transmissão. Além disso, ações coletivas, como campanhas de conscientização e mutirões de limpeza, são essenciais para o controle da doença nas comunidades.

O tratamento da dengue é baseado no alívio dos sintomas e na hidratação, que é fundamental para evitar complicações. Não existem medicamentos específicos para o vírus, e o uso de anti-inflamatórios deve ser evitado, pois podem aumentar o risco de sangramentos. Em casos graves, a internação hospitalar pode ser necessária para monitoramento e suporte clínico adequado.

Recentemente, o Brasil começou a disponibilizar vacinas contra a dengue, uma importante ferramenta para a redução dos casos graves da doença. A vacina Qdenga, aprovada pela Anvisa, pode ser aplicada em pessoas que já tiveram ou não contato prévio com o vírus. No entanto, a vacinação não substitui as medidas de prevenção, sendo essencial manter o combate ao mosquito Aedes aegypti para evitar surtos e proteger a população.